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Jaques Wagner diz que vai provar inocência sobre envolvimento com Banco Master após eleições: “Nunca tive negócio”

Por Redação Piatã Notícias2 min de leitura

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O senador Jaques Wagner (PT-BA) afirmou nesta quinta-feira (8) que pretende provar sua inocência no Caso Master. A declaração foi dada durante entrevista ao programa Café das 7, da A TARDE FM, ao apresentador Jefferson Beltrão e ao editor de Política do portal A TARDE, Eduardo Dias. Durante a entrevista, Wagner voltou a afirmar que nunca teve qualquer negócio com o Banco Master.

Segundo o senador, a instituição financeira foi criada meses depois da privatização da Cesta do Povo, realizada pelo governo da Bahia em março/abril de 2018. Ele afirmou que a rede de supermercados gerava prejuízo de R$ 80 milhões ao estado e que conheceu Augusto Lima, então vendedor de consignado, que havia se associado a um empresário espanhol para arrematar a Cesta do Povo. “Eu já disse que nunca tive negócio com o Banco Master. Nós privatizamos a Cesta do Povo em março/abril de 2018, quando não tinha Banco Master”, declarou.

Wagner também afirmou ter assinado a CPI do Banco Master e criticou o que classificou como um “viés político” nas ações realizadas contra ele. “Eu assinei a CPI do Banco Master”, disse. “Sobre as operações, recentemente apareceram coisas contra políticos baianos que não tiveram o dissabor de busca e apreensão. Houve um viés político naquele show que fizeram para mim. Mas estou esperando que passe o segundo turno da eleição para que o meu advogado apresente as ações para provar a minha inocência”, afirmou. O senador ainda relembrou que a criação do Master ocorreu durante a gestão de Roberto Campos Neto no Banco Central, indicado pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL).