Aliados do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino defendem que o magistrado deixe a Corte e retorne à política para disputar a Presidência da República em 2030, quando Luiz Inácio Lula da Silva (PT), reeleito, não poderá concorrer a um novo mandato. A avaliação desse grupo é de que Dino teria força política para suceder o petista, diante da ausência de nomes no PT com peso semelhante ao do ministro.
Segundo o Metrópoles, os aliados destacam que Dino já deixou a magistratura em 2006 para disputar uma vaga de deputado estadual. Desde então, foi eleito governador do Maranhão por duas vezes e também conquistou uma cadeira no Senado. Em fevereiro de 2024, voltou a deixar a política para assumir uma vaga no STF, indicado por Lula. Na época, sua chegada à Corte foi vista por integrantes do PT como uma forma de afastá-lo da disputa política.
A possibilidade de Dino concorrer ao Palácio do Planalto, no entanto, deve enfrentar resistência dentro do próprio PT. Integrantes do partido defendem que há nomes capazes de suceder Lula, entre eles o senador Camilo Santana (PT-CE) e o governador do Piauí, Rafael Fonteles (PT-PI).



