O advogado americano Martin De Luca questionou a condução das eleições brasileiras e defendeu uma investigação independente sobre a decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), de estender o horário de votação até as 19h.
Crítico de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e apoiador de Flávio Bolsonaro (PL) durante a campanha, De Luca afirmou que as duas horas adicionais exigem esclarecimentos detalhados, especialmente diante de informações de que uma eventual extensão para urnas já encerradas poderia demandar procedimentos técnicos específicos.
O advogado ainda apontou a mudança no cenário eleitoral entre os turnos e defendeu a investigação sobre possíveis irregularidades, questionando se o resultado representaria “a maior virada da história” ou uma fraude.
O presidente Lula venceu o segundo turno das eleições, disputado neste domingo (25), e foi reeleito para o quarto mandato à frente do Palácio do Planalto. A posse será no dia 5 de janeiro de 2027. O petista foi considerado reeleito pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) às 21h08, com 97,69% da apuração concluída. Àquela hora, o petista tinha 62,6 milhões de votos, contra 58,4 milhões do senador Flávio Bolsonaro.



