Entre os argumentos apresentados pelos advogados está a demora na análise de um pedido de liberdade protocolado em 18 de setembro no Supremo Tribunal Federal (STF). A defesa afirma que Vorcaro permanece preso preventivamente sem uma decisão sobre o requerimento e também questiona a ausência de denúncia formal da Procuradoria-Geral da República (PGR).
Os representantes do ex-banqueiro ainda apontam supostas irregularidades na condução do processo, incluindo a falta de reavaliação da prisão preventiva no prazo de 90 dias, a tramitação do caso no STF e o vazamento de conversas extraídas do celular do empresário. Para os advogados, essas situações representam violações às garantias previstas na Convenção Americana sobre Direitos Humanos.



