ACM Neto reage após pedido de busca e apreensão da PF na Operação Overclean: “Tentativa de interferir no processo eleitoral”

Por Redação Piatã Notícias2 min de leitura

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O candidato ao governo da Bahia pelo União Brasil, ACM Neto, se pronunciou após o pedido da Polícia Federal (PF) para realizar um mandado de busca e apreensão pela 10ª fase da operação chamada Overclean, que apura suspeitas de fraudes em licitações públicas na área de educação em Belo Horizonte, com contratos de até R$ 80 milhões, deflagrada nesta quinta-feira (17). Entretanto, a medida foi negada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Kassio Nunes Marques.

Em nota enviada à imprensa, ACM Neto afirmou que a situação foi uma “tentativa de interferir no processo eleitoral com a criação e divulgação de factoides e insinuações mentirosas e falsas, através de vazamentos seletivos, que buscam associar indevidamente meu nome a situações que nunca tive envolvimento”.

De acordo com a investigação, o candidato ao Palácio de Ondina é suspeito de ter indicado um secretário para a Prefeitura de Belo Horizonte com a finalidade de selecionar empresários para disputar licitações públicas, com possível pagamento posterior de propina. A PF também apura uma possível influência do União Brasil em indicações para cargos públicos em troca de retornos ilícitos em contratações. Neto é vice-presidente nacional do partido.

Por fim, o ex-prefeito de Salvador finalizou: “A Operação Overclean começou em dezembro de 2024 e, nesses quase dois anos, nunca houve o apontamento de qualquer tipo de conduta que me relacionasse à prática de ato ilícito. E não houve justamente porque não tenho nenhuma relação com qualquer dos fatos que estão sendo investigados. A completa e total inconsistência dessas insinuações foi confirmada pela decisão do STF, que indeferiu o pedido formulado na representação, conforme divulgado pela imprensa”.