O Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE/BA) iniciou, nesta sexta-feira (2), o acompanhamento da Auditoria da Votação Eletrônica para as Eleições 2026. Representada pelo auditor de controle externo Yuri Moisés Martins, a Corte de Contas participou da reunião conduzida pela Comissão de Auditoria do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), liderada pela juíza Patrícia Cerqueira de Oliveira, e que contou também com a presença do auditor do Tribunal de Contas da União (TCU), Joaquim Quadros Tonhá.
A etapa inicial definiu as zonas e seções eleitorais que serão excluídas do sorteio das urnas submetidas aos testes de integridade e autenticidade. O principal critério adotado considerou a logística e o deslocamento, excluindo localidades situadas a mais de 130 quilômetros das sedes dos polos ou com restrições específicas apontadas por juízes eleitorais. Em Salvador, a medida afetou apenas as seções situadas nas ilhas vinculadas à 4ª Zona Eleitoral.
“Como auditor do TCE/BA, já viajei muito pelo estado e conheço as dimensões da Bahia e as dificuldades de deslocamento. Por isso, compreendo os motivos apresentados”, afirmou Yuri.
Os procedimentos prosseguem neste sábado (3), às 7h, com a cerimônia pública de escolha das 43 urnas baianas que passarão pela fiscalização: 33 para o Teste de Integridade e 10 para o Teste de Autenticidade. No domingo de eleição (4), a primeira modalidade simulará uma votação paralela para confrontar os resultados das urnas com cédulas de papel pré-preenchidas, enquanto a segunda checará os sistemas diretamente nas seções antes da abertura do pleito.




